Falha no processador deixa Androids da Samsung vulneráveis a ataques

Um falha descoberta em um modelo do processador Exynos pode ter graves consequências para donos de smartphones e tablets Samsung. Se explorada por aplicativos mal-intencionados, a falha permite que a memória do aparelho seja lida, ou até mesmo apagada, sem permissão do usuário, possibilitando desde o roubo de dados até a instalação de código malicioso direto no aparelho.

A descoberta foi feita por acidante pelo membro do fórum XDA-Developers alephzain, que estava apenas procurando uma forma melhor de fazer root em seu Galaxy S III. Ele diz que essa falha afeta especificamente o processador Exynos 4 modelos 4210 e 4412. Tais processadores são usados em vários tablets e smartphones Android da Samsung, como o Galaxy S II e S III, Galaxy Note II, dentre outros.

Com a descoberta dessa falha, é possível que aplicativos maliciosos sejam criados no futuro e tentem roubar dados desses aparelhos específicos. E do jeito que a falha pode ser explorada, tais aplicativos poderiam passar até despercebidos pelo Google, entrando direto na Play Store.

Até o momento de publicação desse post, a Samsung ainda não respondeu aos pedidos de confirmação da veracidade da falha.

Patch extraoficial tapa-buracos

Enquanto a Samsung se vira para corrigir a falha e disponibilizar uma atualização de software para os aparelhos afetados, um programador chamado François Simond já fez o favor de criar um patch extraoficial que corrige o problema.

Trata-se de um pacote APK contendo um aplicativo que tapa o buraco no processador e, ao mesmo tempo, desativa a câmera frontal (ela faz parte da falha). Ele é gratuito e não requer acesso root para ser instalado. Basta baixá-lo aqui e se sentir mais seguro.

Com informações: Engadget.

Facebook poderá mudar políticas sem aprovação dos usuários.

Votos contra a mudança não atingiram quantidade necessária para veto.


(Fonte da imagem: Divulgação/Facebook)

Após uma moderada controvérsia na imprensa e por meio da própria rede social, a votação sobre o fim do sistema de aprovação de modificações nas políticas do Facebook pelos usuários não atingiu o mínimo de participação exigida. Isso quer dizer que, a partir de agora, o sistema está livre para mudar suas normas como desejar, desde que informe seus utilizadores após isso ser realizado.

A enquete, que estava acontecendo desde o final de novembro, acumulou apenas 670 mil votos, passando bem longe da marca de 30% dos usuários necessária para constituir um veto. O Facebook informou que vai levar em conta os 88% de rejeição às novas medidas, mas, de acordo com suas próprias medidas, está livre para agir como preferir.

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Google manda 80% do próprio lucro para as Ilhas Bermudas.

http://super.abril.com.br/blogs/rebit/files/2012/12/Bermuda_from_space.jpg

No ano passado, o Google transferiu US$ 9,8 bilhões, ou 80% do próprio lucro, para uma subsidiária nas Ilhas Bermudas – um paraíso fiscal, onde a legislação tributária é mais branda. E, graças a isso, pagou US$ 2 bilhões a menos em imposto. A revelação é da Bloomberg, que encontrou as transferências no último relatório financeiro do Google e também constatou que os repasses dele para as Bermudas praticamente dobraram nos últimos 3 anos. O Google não é a única empresa a fazer esse tipo de operação, que é permitida por lei, mas a manobra não pegou bem – ainda segundo a Bloomberg, os governos de França, Itália, Austrália e Reino Unido decidiram investigar as movimentações da companhia.

Twitter revida ação hostil do Instagram – e lança novos recursos de fotos.

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Alguns dias atrás, talvez você tenha visto, o Instagram tomou uma decisão dura – começou a impedir que suas fotos sejam vistas no Twitter. Como o Instagram pertence ao Facebook, concorrente natural do Twitter, a medida tem certa lógica. Mas o bloqueio acabou prejudicando os usuários do Twitter, que agora pretende dar uma resposta à altura: vai lançar novos recursos de foto iguais aos do Instagram (filtros para deixar as imagens com aspecto retrô). A atualização deve começar a ser distribuída hoje para Android e iOS.

E se as interfaces touch fossem capazes de identificar mais tipos de toque?

Quando você está usando o seu tablet, por exemplo, você acaba ficando um pouco limitado em relação ao número de opções de “cliques” disponíveis. O mais próximo que já chegaram do clique-com-o–botão-direito, prática muito comum nos computadores desktop, é o gesto de clicar sobre um item e segurar o clique por 2 segundos.

Mas um grupo de designers e desenvolvedores da Califórnia conseguiram criar uma tecnologia capaz de identificar outros tipos de toque – e não somente aquele que acontece com a ponta dos seus dedos. Confira no vídeo abaixo como isso funciona: