Novos chips da Intel não conseguem acompanhar a Lei de Moore

A Lei de Moore é um dos pináculos da tecnologia moderna e tem ditado o ritmo de inovação da indústria desde os anos 1960, mas parece ter finalmente chegado a um limite.

Quem reconhece isso (de forma silenciosa, é verdade) é a Intel, que não conseguiu mais seguir seu calendário ao anunciar que sua próxima geração de processadores continuará usando o processo de 14 nanômetros.

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Intel vai parar de fabricar placas-mãe!!!

Gigante quer desistir dos mercados em queda e focar nos portáteis.


(Fonte da imagem: Reprodução/Anandtech)

PC gamers, é hora de se preparar para o pior. Isso porque a Intel acaba de anunciar que vai parar a fabricação de suas placas-mãe dentro de três anos, além de parar de desenvolver novos modelos com o lançamento da Haswell.

A decisão, segundo o Anandtech, deve-se principalmente à queda no mercado de desktops, fazendo com que focar-se na área de portáteis torne-se uma tática muito mais lucrativa.

Mesmo assim, ainda não há motivo para pânico: a Intel já deixou claro que ainda vai produzir seus chipsets normalmente para outras fabricantes famosas, como Asus e Gigabyte, deixando apenas suas próprias placas de lado. Logo, o mercado não deve ser tão afetado.

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Intel pode lançar processadores soldados às placas-mãe

Próximas gerações de chips da empresa não trariam mais possibilidade de upgrades para os consumidores.
O bom e velho modo de comprar computadores pode ficar para trás em alguns anos. O motivo está nos novos rumores que dão dicas de que a Intel pode estar prestes a anunciar uma revolução na produção de processadores. Ao contrário do que acontece atualmente — placas-mãe e processadores sendo dois componentes separados —, futuras gerações de chips podem ser vendidos já soldados em placas-mãe.

Se tudo o que está sendo cogitado for confirmado, após o lançamento da arquitetura Haswell — que deve suceder os chips Ivy Bridge —, os processadores da Intel começarão a ser produzidos com suporte para empacotamento no padrão BGA, que exige a soldagem na placa. Com isso, é abandonado o padrão LGA, que permite a alteração de processadores com mais facilidade.

O que isso significa exatamente é que os consumidores terão que comprar placas-mãe e processadores como kits únicos. Por um lado, isso traz muito mais facilidade na montagem dos computadores, mas por outro acaba limitando — e muito — as possibilidades de upgrade dos consumidores.

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